O que é a artrose de joelho
O joelho é formado pelo fêmur, pela tíbia e pela patela, revestidos por cartilagem. Entre o fêmur e a tíbia ficam os meniscos, que amortecem o impacto. Na artrose, a cartilagem se desgasta, o osso reage e a articulação inflama, causando dor e perda de movimento.
Os fatores de risco incluem idade, excesso de peso, lesões antigas de menisco ou ligamento, desvios do alinhamento das pernas, histórico familiar e algumas atividades de alto impacto.

Sintomas: quando procurar um ortopedista
- dor ao caminhar, agachar ou subir e descer escadas;
- rigidez depois de ficar parado e inchaço ocasional;
- estalos ou sensação de areia dentro da articulação;
- dificuldade para estender ou dobrar totalmente o joelho;
- deformidade progressiva das pernas, em "arco" ou em "X".
Se a dor atrapalha o sono, o trabalho ou o lazer, vale marcar uma avaliação. Muitos tratamentos funcionam melhor quando começam cedo.
Como é feito o diagnóstico
A avaliação inclui exame físico do joelho, do quadril e da marcha, além de radiografias com o paciente em pé, que mostram o espaço articular real. A ressonância magnética é pedida quando se suspeita de lesão de menisco, ligamento ou osso associada. O laudo do exame isolado não decide o tratamento: ele precisa ser interpretado junto com os sintomas.
Tratamento da artrose de joelho
Tratamento conservador
- fisioterapia e fortalecimento do quadríceps e do quadril;
- perda de peso, quando indicada;
- medicamentos para dor e inflamação, sob orientação médica;
- viscossuplementação (ácido hialurônico) e terapias biológicas em casos selecionados;
- uso de calçados, palmilhas ou órteses quando há indicação.
Tratamento cirúrgico
Em fases avançadas, com dor que limita a vida diária, a prótese de joelho (total ou parcial) substitui as superfícies desgastadas. Em pacientes mais jovens com desvio do eixo da perna, existem alternativas que preservam a articulação. A indicação depende de uma avaliação individual.








